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Out
05

O Perdão


O perdão é um assunto difícil para todos os mortais. Nós, pastores, somos os que, em termos de números, somos mais desafiados nesse sentido. O perdão está presente em todo o Velho Testamento, e também em o Novo Testamento. Em se tratando do perdão divino, é fácil, devido aos muitos exemplos. Podemos começar pelo assassino Caim. Recebeu castigo bem menor do que merecia. Houve, no caso, uma boa dose do perdão divino. Temos os exemplos de Davi, e, diríamos, em todo o Velho Testamento não há um sequer que não precisou de perdão.

O perdão é um assunto difícil para todos os mortais. Nós, pastores, somos os que, em termos de números, somos mais desafiados nesse sentido. O perdão está presente em todo o Velho Testamento, e também em o Novo Testamento. Em se tratando do perdão divino, é fácil, devido aos muitos exemplos. Podemos começar pelo assassino Caim. Recebeu castigo bem menor do que merecia. Houve, no caso, uma boa dose do perdão divino. Temos os exemplos de Davi, e, diríamos, em todo o Velho Testamento não há um sequer que não precisou de perdão.

O perdão é um assunto difícil para todos os mortais. Nós, pastores, somos os que, em termos de números, somos mais desafiados nesse sentido. O perdão está presente em todo o Velho Testamento, e também em o Novo Testamento. Em se tratando do perdão divino, é fácil, devido aos muitos exemplos. Podemos começar pelo assassino Caim. Recebeu castigo bem menor do que merecia. Houve, no caso, uma boa dose do perdão divino. Temos os exemplos de Davi, e, diríamos, em todo o Velho Testamento não há um sequer que não precisou de perdão.

Em o Novo Testamento temos a resposta de Jesus a Pedro. Setenta vezes sete é o número de perdões concedidos, e isso só para um ofensor. Já imaginaram quantas vezes precisamos perdoar, ao imaginarmos o número de pessoas com quem nos relacionamos? No dizer de Jesus, nós humanos, devemos viver concedendo perdão ininterruptamente.

Quantas vezes ouvi pastores falando de perdão. De certa feita vi um pastor derramando grossas lágrimas em virtude da mágoa que estava sentindo por acusações injustas. Doutra feita, ouvi um pastor relatando quantas vezes tinha perdoado pessoas. Se conservava na memória o perdão, é porque conservava ainda a ofensa.

No VT temos no caso de José uma preciosa verdade a respeito do perdão. Encontra-se em Gênesis 50:17. Ao morrer Jacó, os irmãos de José enviam-lhe uma comissão, e mostram-lhe que continuam os mesmos. Mentem e ainda usam de chantagem. José chorou ao ouvir isso. Depois, eles mesmos lhe falam a mesma coisa. Na resposta de José uma dura verdade. Nós, humanos, crentes ou não crentes, pensamos que no tocante ao perdão temos duas alternativas: ou perdoar ou não perdoar. Tolice! Temos só uma alternativa. E a alternativa é ...perdoar, perdoar, perdoar! Jamais temos a alternativa de não perdoar. Duas alternativas ...só Deus tem. Ele é o único que jamais necessitará de perdão, logo, é o único que tem a escolher perdoar ou não perdoar. Deus jamais errará, logo, jamais precisará ser perdoado. Nós humanos, sempre precisaremos de perdão, logo, julgar que pode escolher não perdoar é julgar-se igual a Deus. Isso é blasfêmia. É repetir o pecado de Adão. É ouvir a voz da serpente a nos soprar no ouvido: “Sereis como Deus”. Em Gênesis 50:19 José afirma perguntando: "Porventura sou eu Deus para não perdoar?”

A oração do Pai Nosso é outro ensino precioso a respeito do perdão. Jesus nos ensina a dizer "perdoa as nossas dívidas assim como perdoamos aos nossos devedores". Que significa isso? Significa que Deus condiciona a dar-nos o perdão somente se perdoarmos? Não. É muito mais profundo do que isso. Significa que só o perdoado perdoa. Aquele que conhece Deus como perdoador através de Cristo, e que se purifica através do sangue de Cristo, como vive pela fé no perdão de Deus, sempre que é ofendido automaticamente perdoa, assim como é sempre perdoado por Deus quando peca.

Nós, em nosso raciocínio lógico, julgamos perigoso perdoar. Ledo engano. Perigoso é não perdoar. Vamos a uma história verdadeira. Certo pastor, tinha em sua igreja uma irmã bem posicionada na vida. Dinheiro, influência e crítica voraz. O pastor passava duros apertos quando, por questão qualquer, a desagradava. Cansado de injustas acusações, o pastor orou pedindo que Deus lhe fizesse justiça. Tempos depois a crítica voraz mudou-se. O pastor respirou aliviado. Anos depois, um colega, de igreja bem distante, lhe convidou para proferir conferência em sua igreja. No sábado foram à feira. Uma senhora bem humilde vendia café aos feirantes. Algo familiar naquela mulher despertou a curiosidade do pastor visitante. No caminho o pastor contou a história da vendedora de café. Sua família fora abastada, mas vários acidentes lançaram a família na penúria. E sabem quem era aquela senhora? Era a antiga molestadora do conferencista. Naquela noite ele não dormiu. Só depois que derramou seu coração pecaminoso diante de Deus obteve paz para dormir. Na noite seguinte pregou o maior sermão da sua vida, e deixou a igreja local profundamente quebrantada. Ele houvera descoberto quão perigoso é não perdoar.

Ao despedir-se do mundo dos viventes Jesus fez uma oração que, bom seria, ficasse guardada em nossos corações e ouvidos. Ele orou: "Pai , perdoa-lhes porque não sabem o que fazem". Ao fazer isso Ele quis deixar-nos um modo de viver. Ao invés de vivermos como o nosso velho pai Adão, vivermos como Cristo, ou seja, sempre perdoando. Vamos começar?

Pr Manoel de Jesus Thé
IB Ebenézer - Mooca - Capital